domingo, 27 de dezembro de 2009

FELIZ 2010


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

MEUS DESEJOS DE BOAS FESTAS


terça-feira, 24 de novembro de 2009

LISTA DE AFAZERES Nº 006







Encontrar
01 par de chinelos
Encontrar alguém
01 roupa decente
Encontrar alguma coisa
05 Filhos pra criar
Encontrar dignidade
01 Salário mínimo
Encontrar comida
01 Litro de sangue limpo
Encontrar sentido
10 Kg de sonhos
Encontrar sombra
03 Pulseiras coloridas
Encontrar uma poltrona ou lugar melhor para sentar, talvez uma cama
01 amor
Encontrar a mim mesmo

TO-DO LIST N 006

Find
01 pair of slippers
Find someone
01 decent clothes
Find something
Children 05 to erect
Find dignity
01 Minimum wage
Find food
01 liters of clean blood
Finding meaning
10 Kg of dreams
Find shade
03 colorful bracelets
Find a chair or better place to sit, perhaps a bed
01 love
Finding myself




terça-feira, 17 de novembro de 2009

A ÚLTIMA MODA DA TERRA Por Ricaru


Para você que não teve a oportunidade de estar na 20ª Feira do Verde e assistir ao Vídeo Ambiental e participar da Palestra, vai aqui na íntegra.



http://www.youtube.com/watch?v=oyATuwthYc0


Obrigado!


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ASPECTOS DA ILHA DO MEL - Mostra Virtual



Está encerrada a mostra “Aspectos da Ilha do Mel” no Espaço Cultural do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito santo. Esta que considero uma das melhores mostras de arte que já produzi, sem nenhuma falsa modéstia.

Pelo trabalho em si, e claro por conta dos retornos que tive, o reconhecimento, palavras e gestos de cada pessoa, as ligações telefônicas, e-mails e conversar com cada visitante e é claro os amigos (as) gentis.

Trabalhei capturando com atenção e cuidado os mais variados ângulos, nuances e aspectos (Como diz o mote) da Ilha, suas ruas, casas, prédios, praças e recantos. Isso desde há 3 anos atrás.
O resultado foram algumas centenas (muitas) de fotografias. O material não utilizado me possibilitará ainda muitas mostras, e continuarei a fotografar.

Quero e vou expandir esse projeto.

Então, escolher cada foto, tratar, alterar cores, canal por canal, aplicar pinceladas e testar para que o resultado final realmente me agradasse foi um trabalho excitante e muito gratificante (Ars gratia artis como dizia meu Pai)!

Além dos 30 textos que busco oferecer um tanto do meu sentimento, ao ver e rever os locais retratados.

Encontrar apoio e ajuda para preparar o material, montar as peças e a mostra, expor, com a dedicação de amigas queridas, a coordenação do Espaço Cultural do Tribunal de Justiça e o apoio da Fotoplan (Sem a qual não seria viável a mostra) culminaram com essa justa homenagem a nossa querida cidade de Vitória no mês de mais um aniversário.

Porém tudo seria em vão se não tivesse também cada apoio e incentivo que recebi.

Obrigado a cada um de vocês pelas palavras, pela presença e divulgação.

Muito obrigado!

Breve, com certeza tem mais.

Para visualizar a exposição virtual, clique no link abaixo.

http://ricaru.net63.net/

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ASPECTOS DA ILHA DO MEL (ASPECTS OF THE ISLAND OF HONEY)



Módulo Um.
Traços de luzes e sombras.



Aos domingos e outros dias de ruas menos movimentadas, quando tudo está mais calmo, saio revisitando locais agora já familiares aos meus olhos.
As fotografias retratando ruas, o casario, praças e locais típicos de Vitória tem para mim a missão de guardar e repassar o impacto de cada primeiro contato, excluindo o lugar comum (quando passa-se a não enxergar), que por vezes instala-se nos corações acostumados a paisagem.

Há de se ter alma sensível sempre.

A paisagem urbana de vitória é rica de história e sentimentos, impregnada de nuances coloridas com a polis incrustada em meio ao relevo da ilha e informações sobrepostas em camadas, cabe a cada um de nós ter “paciência” para observar, perceber, sentir e registrar. De minha parte segue minha primeira declaração de amor a essa cidade querida que tanto tem me proporcionado, com esta mostra fotográfica.

Captura e tratamento de imagens, sobreposição e colorismo intencional buscando acentuar dramaticamente o jogo de luzes e sombras do lugar comum.
Como artista visual, insiro texturas, traços e um grafismo característico do meu trabalho desde sempre.
O resultado são “Fotografias desenhadas” que nos permitem uma visão a cada olhar, a cada ângulo e distanciamento.

As imagens ressaltam as características da composição urbana/ arquitetônica em primeiro e segundo planos.

Detenho-me a região central da cidade com seus monumentos e construções centenárias, familiares a todos que transitaram e transitam, viveram e vivem e não tiveram tempo de ver a beleza da trilha urbana e aos que sentem saudades destes detalhes.

A riqueza e tudo o mais reside nos detalhes das coisinhas pequenas.


(In inglish)

On Sundays and other days less crowded streets, when everything is calmer, I go places now revisiting familiar to my eyes.
Photographs depicting the streets, houses, squares and places of Victoria is typical for me the task of storing and passing on the impact of a first contact, excluding the common place (when is not to see) that sometimes settles hearts used in the landscape.

We must be sensitive soul forever.

The urban landscape of victory is full of history and feelings, imbued with colorful nuances embedded in the polls amid the relief of the island and information in overlapping layers, it is up to each of us have "patience" to observe, perceive, feel and register . For my part, following my first declaration of love to this beloved city that has both provided me with this photo exhibition.

Capture and processing of images, overlap and colorism intentional aiming to stress the dramatic play of light and shadows of the commonplace.
As a visual artist, I insert textures, lines and form a characteristic of my work ever since.
The result is "designed Photos" that give us a vision of every look, every angle and distance.

The images highlight the characteristics of the composition of urban / architectural first and second planes.

I stop the central city with its centuries-old monuments and buildings, familiar to all who traveled and transit, lived and still live and have not had time to see the beauty of the urban trail and that they miss these details.

The wealth and everything else is in the details of the little things.










terça-feira, 11 de agosto de 2009

NUM PISCAR DE OLHOS!

Vinha eu caminhando pela calçada, com meus pensamentos, naquela avenida movimentadíssima. Indo de lá pra cá, ou talvez de nenhum lugar para lugar algum, como às vezes faço (fazemos), acreditando que estou realizando ou executando tarefas por vezes tão mecânicas.

Sem sentido!

O barulho do trânsito já não me tocava, estava contrito pensando minhas coisas, conversando comigo mesmo.
Fazia planos, traçava objetivos.

Fui arrebatado do meu universo paralelo para a realidade por um barulho fofo! Assim como uma caixa grande que bate violentamente contra o chão faz, quando isso acontece. Depois se seguiu um barulho complementar de ferro ralando no chão. Olhei rapidamente para a fonte do som e ainda pude perceber uma moto caindo e o motoboy se espatifando.
A moto girou no ar e foi parar no canteiro central, o motoboy seguiu uma trajetória similar, mas não rodopiou. Caiu na grama do canteiro a poucos metros da moto.

Foram segundos!

Lembro que cheguei a ouvir também o barulho de freada, pneus riscando o asfalto.

Ocorreu-me (mecanicamente)!

Estava com a câmera fotográfica e até me veio o reflexo de documentar a cena. Mas de pronto questionei a quem serviria esse documentário? A indústria da miséria humana que nada faz e vive da desgraça alheia! São tantos os apelos para que alimentemos isso!

Foram menos segundos ainda (de pensamento) e resolvi não fotografar nem registrar nada.

Minha atenção agora estava totalmente voltada para o acontecimento.
Eu, do lado contrário ao fato, caminhei, não com muita pressa, mas prestando bem atenção a tudo, a cena, ao todo, e fui me aproximando aos poucos.

Logo algumas pessoas se aproximaram, o motoboy sentou-se na grama com cara de quem estava sentindo dor! Os braços pra trás, segurava o corpo, as pernas estendidas.

Ainda não estava compreendendo bem o que acontecera.

Continuei observando, vasculhei tudo de canto a canto e notei que todos os carros que vinham no mesmo sentido do motoboy estavam parados há uns 10 metros atrás do acidente, enfileirados antes da faixa de pedestre. O sinal estava fechado!

Fiquei buscando a razão para a queda do motoboy, será que escorregou, bateu em algo na pista? Será que ele avançou o sinal e tentou frear bruscamente?

À medida que me aproximava vi que mais gente estava chegando, mas não ao lado do acidentado, estavam na pista daquela avenida movimentadissima.
Foi aí que notei que mais alguém estava caído na pista. Era uma pessoa magrinha, pequena, mas não parecia uma criança. De longe ainda, observei que do corpo só via uma perna azul.
Mais próximo pude identificar o corpo de uma moça, na verdade uma adolescente, uma menina. Calça jeans, blusa do colégio, com certeza, agora via que era uma mocinha de uns 15 anos.

No chão, o corpo dela estava praticamente imóvel, observei mesmo ainda um pouco distante que pelo movimento da barriga ela respirava devagarzinho.
Deitada em diagonal a pista, com a cabeça bem próxima ao meio fio, ela pendia um pouco para o lado esquerdo, ficando um pouco sobre o braço esquerdo, o outro braço estava estirado sem movimento caído ao lado do corpo. A perna direita semi dobrada sobre a esquerda, imóvel.

Junto à menina, duas outras mocinhas abaixadas lado a lado conversavam com ela, a que estava do lado direito tocava suavemente a menina acidentada e estava com o rosto com uma expressão de terror. A outra, posicionada a esquerda, passava a mão sobre os cabelos da vítima e falava. Junto a sua cabeça um homem de camisa amarela estava ao celular falando muito.
Em pé, notadamente duas pessoas, um homem de terno ao celular estava pedindo socorro, pensei, deve estar chamando a SAMU. A mulher ao lado dele estava paralisada.

Mais algumas pessoas, observando a cena.

Cheguei há uns 8 metros de distância e encontrei algumas pessoas sentadas num ponto de ônibus em frente, ainda do lado oposto a avenida, perguntei se tinham visto e me responderam que não, havia muitos carros e ônibus a frente que teriam impedido a visão. E todos diziam; “Foi muito rápido!”.

Atravessei as 3 faixas da pista a minha frente até o canteiro central.

O motoboy parecia bem, apesar das caretas de dor. Alguns motoboys paravam, na pista e logo perguntavam se ele estava bem, no que ele balançou a cabeça positivamente, um carro preto de uma senhora parou e do outro lado da pista e uma van também parou meio em cima da calçada.
O motorista da van também estava ao celular creio, pedindo socorro.

A maioria das pessoas estava apenas curiosa com o acontecido, os carros diminuíram a velocidade, o trânsito começou a ficar lento na faixa da pista onde estava a adolescente vitimada.

Olhei pro relógio. Marquei o tempo!

Percebi que não poderia fazer mais do que já estava sendo feito, mas fiquei por perto.

O coração apertado temia que o socorro demorasse.

Mais pessoas passavam, olhavam, uns paravam um pouco, algumas pessoas passavam ao lado do motoboy sem nem olhar...

8 minutos depois duas motos com policiais militares chegaram, pararam, em posição de proteção a mocinha acidentada, falavam pelo rádio.

Comecei a pensar que ela é filha de alguém. Deve ter Pai, Mãe, família. Uma história. Ligações com pessoas e com esse mundo vasto mundo de meu Deus.

14 minutos se passaram.
A adolescente deitada, imóvel! E eu comecei a me emocionar com a cena, demorava muito para chegar auxílio técnico.

Pensava nela e nos familiares.

Finalmente a ambulância dos Bombeiros chegou. Viva!

Uns 3 minutos depois a SAMU também chegou. Maravilha!

No mais ela foi imobilizada, aqueles procedimentos de praxe. Colocada na ambulância para ser levada a um hospital!

Aí, vai começar outra história. Atendimento, coisas de saúde pública, você sabe como é...

O motoboy permanecia na grama do canteiro central, fazendo careta e os paramédico por fim foram atende-lo. E procederam ao embarque dele na ambulância.

Tudo aquilo me deixou com pensamentos e sentimentos que me trouxeram o mar aos olhos (marejados).

Algumas pessoas me perguntaram o que tinha acontecido, eu respondi reticentemente! Não tinha certeza do que realmente tinha acontecido.

Resolvi seguir meu caminho.

Continuando a caminhar me perguntava; “De quem é a responsabilidade ou culpa?”

Do motoboy que avançou o sinal fechado?
Da adolescente que confiou que o motoboy seria educado, consciente e responsável e pararia antes da faixa?
Dos dois que não foram “educados” ou “espertos” o suficiente quanto deveriam ter sido?
Dos familiares, administradores, educadores, governantes?
Do sistema?
Seria a culpa minha (Se eu não tivesse parado nada disso existiria, mesmo que “desse” no jornal), por estar ali, e parar pra presenciar isso tudo, me permitir tocar por toda essa violência e ainda me emocionar?

Ou seria culpa de Deus?

Será que algum dia, isso importará realmente a quem de direito?

Na verdade, agora, passada a emoção, só consigo pensar que essa vida passa num piscar de olhos.

E é minha responsabilidade comigo mesmo (E de cada um de nós), fazer que esse intervalo de pálpebras, valha a pena.

domingo, 9 de agosto de 2009

FELIZ DIA DOS PAIS PARA NÓS!


A LEGIÃO DOS PAIS DE VERDADE - Agradece a todos os Pais e Filhos ao tempo que parabeniza-os por vivenciarem tal dádiva com as Graças de DEUS.




quarta-feira, 8 de julho de 2009

ALÔoooooooooooooo

Sobrevivemos!
Porra!
Por alguns micro-segundos eu não pensei que pudéssemos viver sem o maluco do Mister MJ! E essa “comemoração cerimoniosa” de mais de dez dias da morte do cara.
E o cadáver insepulto a rolar pra cima e pra baixo.
Creio que a Associação Norte-Americana de Necrófilos deve ter gozado (literalmente) do prazer de estar com aquele corpinho adolescente de 50 anos, drogado, embalsamadinho, por todos esses dias.

Que merda é essa?

O Rei do Pop, príncipe das esquisitices, misto perfeito do barão de Munchaussen e Sade + Masoch dos tempos contemporâneos. Senhor dos anéis das pobres criancinhas, tarado caridoso número um do mundo, afinal ajudou a tantas criancinhas a descobrir o lado “D” da vida. Certamente em breve, a prevalecer os valores atuais, e pela progressão geométrica que a degeneração absoluta avança mundo afora (Pro, MJ a-dentro também) teremos direito a um Mister MJ pra cada país do mundo desenvolvido e em desenvolvimento (os subdesenvolvidos já tão fudidos mesmo).

Mas.....

Pobrezinho, mas ele era tão bonzinho!

Bonzinho o caralho!

Um pobrezinho, com certeza, atormentado pelas tantas negações, traumas, complexos e outras psicopatias. E as rejeições, a si próprio, a sua natureza, raízes, família, sexualidade, gênero, etnia, cor, corpo....
E por aí vai, a lista é longa.

O reflexo das pessoas do nosso tempo eis que ele é!
Falou Mestre Yoda.

Atormentada criatura forjada pela Motown, Media (Mídia) Associada (World Inc.) do nosso maravilhoso mundo bestial, genital e etc coisa e tal. Ele foi o que cada um de nós deseja ser em algum momento.
Mister MJ é o próprio “Retrato de Dorian Gray” do nosso século podre. Ele é o ajuntamento de cada mazela, cada pobreza de cada alma deste inferno que transformamos a linda terra.

E assim ele se foi! Já foi tarde.
Antes ele do que eu!
A merda toda ainda vai feder por muito tempo, a podridão a carniça ta espalhada sobre toda a terra.
Esse filho do pé preto (literalmente), não é justificativa para nada, de nada e a nada leva.
Sinto por mim, por viver num mundo e em meio a uma sociedade como essa, que dá valor ao pior, sinto por todos que estão remando “Contra a maré”, como diz a minha amiga, “A hipnose coletiva é avassaladora”!

Se existe um “inferno do cão”, onde e bestafera preside os trabalhos, lá deve ta na maior festa há mais de 10 dias! Até sou capaz de visualizar aquele bando de infindo de diabinhos e diabetes rebolando num som do caralho de alto, todos dançando noite e dia sem parar, moonwlaker capitaneados pelo Mr. MJ!

Mas fazer o quê?
Se somos cada um de nós que alimentamos essa merda toda.

Afinal o esquisito aqui sou eu. E isso é apenas um pequeno desabafo contra essa porcaria toda que me vejo “ter” que aturar.

Meu pêsames a mim, a nós, a vós e aos outros.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

DJOBI, DJOBÁ - JOBI O CANTINHO MAIS AGITADO DA NOITE DO BAIXO LEBLON


Desde os primeiros momentos que fui me aprochegando ao Leblon, cascavilhando familiaridades, pra me sentir mais à vontade, ter aquela sensação boa de que “sou” do lugar, me deparei com um danado de barzinho muito simpático, boteco, aqui, tido como “pé limpo” (tem a outra categoria que é o pé sujo), muito aconchegante, mesinhas redondilhas pequenas e apinhadas, apesar de aberto e arejado mas com pouca luz interna, o que confere aquele ar de barzinho bem legal, característico. O Jobi! Imediatamente achei engraçado esse nome, curioso, original (ainda vou perguntar o que significa). E não poderia dar noutra, associei o nome do bar ao nome de uma música do grupo espanhol, Gipsy Kings (Djobi,djoba), que fica tocando no meu juízo cada vez que vejo o bar ou passo por ele.

Claro, não poderia deixar de ir lá! Fiquei aguardando momento oportuno pois não estava querendo ir só. O movimento é constante, sempre cheio, quase tudo acontece por lá. O bar funciona a todo o vapor quase que 24 horas por dia, a única pausa e pela manhã, logo cedinho quando o pessoal faz a limpeza, lava o piso, troca as toalhas das mesas e em seguida ta tudo pronto pra continuar.

Primeiro li no GLOBO que uma torcedora fanática pelo PT (Acontece), numa querela política com uma partidária do governador em faltando argumento partiu para a dentada e arrancou o dedinho da situacionista com uma bem aplicada mordida em meio a discussão “poliptica”. Isso me fez rir e aguçou meu desejo de estar lá.



Os dias passaram e certa feita me chega as mão uma revistinha de bairro muito legal que traz ótimas dicas, causos e receitas (não de bolo) sobre a zona sul etc, coisa e tal. A revista Básica. Nela vem sempre uma entrevista com personas gratas da zona sul, e desta feita era o Chico Caruso e o Paiva, o garçom mais figura do Jobi (todo mundo é amigo do Paiva), que está por lá ha mais de 28 anos, uma boa matéria, como sempre. Nela o Chico falava de suas experiências por estas bandas etc, e o Paiva também! Foi simpatia a primeira lida. Mais um motivo para ir lá.

Tudo muito bem, então eis que chega de visita minha prima, uma boêmia de alma e corpo (ou copos) e daí surgiu a tal da oportunidade. Fomos e chegamos já era madrugada adentro, o bar tava cheio, muita gente, muita conversa muita risadagem aquelas coisas que preenchem a alma de um bom cristão. Chopinhos, papos e num dado momento a dúvida? Será que eles aceitam cartão aqui? Perguntamos e infelizmente a resposta foi, não. Mas na boa. Logo nos indicaram um banco que fica aberto de madrugada e a solução veio na medida. Pagamos em dinheiro o que tínhamos consumido e eu cheio de intimidade, como se fosse freqüentador assíduo, chamo o Paiva pelo nome e num converseio de pé de orelha falo que a situação era aquela, e que iríamos no tal banco e voltaríamos daqui a alguns minutos. Com muita simpatia, sorrisos e gentilezas o Paiva me disse; “Não se preocupe, qualquer coisa, volte que daremos um jeito”.

Pronto! A senha estava dada.

Saímos caminhamos até a Praça Antero de Quental até o posto de gasolina onde estava o banco e...
... A máquina estava quebrada.

Sem floreios nem des-culpas, voltamos, chamei o Paiva para outra conversa, expliquei e ele foi incisivo!

- Fiquem a vontade! Bebam e consumam o que quiser e no final deixem um documento que amanhã vocês resgatam a conta!




Nossa senhora! Que coisa! Fiquei bestificado, maravilhado, encantado.

Assim tivemos um alegre e inebriante final de madrugada regado a ótimo chope, petiscos deliciosos e muita conversa de mesa de bar com minha querida Bella.

No outro dia só risos e felicidades! Fomos lá, pagamos o pendura e tudo certo.

Devo dizer que o Paiva (E os outros garçons também), o Jobi conquistaram meu coração boêmio. Sempre que dá “vontade”, vou lá sorver um tanto daquele cantinho maravilhoso e absorver dessa alma carioca maravilhosa que ainda resiste a quase tudo. Apesar das tentativas de acabar com tudo que maravilhoso dessa cidade sem igual.

Tudo vale a pena, mesmo quando a grana é pequena!


quarta-feira, 10 de junho de 2009

NOSSA SENHORA DA CASSOLA FROUXA!

Foi a esclamação que ouvi depois que o motorista do coletivo tirou um fino no pedestre que, diga-se de passagem estava na sua faixa (um pouco lerdo, meio lezado para o louco, doido trânsito do rio) e em seguida fez um golpe de vista que me fez lembrar uma música do João Bosco, e passou zunindo que nem o raio da cilibrina pela quina do outro coletivo parado, indo dar de frente (carioca tem esse negócio de ir dar...) com um carrinho que estava parado, meio atravessado adiante.

Gente olhando pra gente, com os olhos esbugalhados, gente rezando e se benzendo, velhinhas atordoadas senhores descambotados, meninos rebolando corredor (do coletivo) afora, mães desesperadas, gays despirocados e aquele clima de mifú! Pra todo mundo.

Baixado todos os cabelos arrepiados de todos os passageiros em todas as suas partes dos corpos! Continuamos o trajeto.

Aí a distinta senhora pede para baixar o frio do ar condicionado (era um frescão em todos os sentidos), gritando, mas sem perder a classe para a cobradora que repassa a reclamação para o motorista! O motorista que não é trouxa nem nada, resmunga alguma coisa meio chiada, meio grunida com aquele sotaque característico de motorista de ônibus, vocês sabem como é.
A distinta senhora não entende nada! Nem nós também. Mas todo mundo faz de conta que nem ta na cena, mesmo os que estão morrendo de frio, pois quem danado quer fazer uma desfeita ao ilustre condutor do coletivo.
A senhora não satisfeita levanta um pouco da cadeira e repete a reclama mais uma vez, agora gritando e apontando para o motorista!
Pronto, vai dar merda. Pensei.
O motorista com sua "crassi" total e carioquês da baixada (gente nada contra a baixada ouviu), responde:

- NÃO PODHIIIEEE! O BOTÃO TÁ CÔLAADO DE FÁBRICA!

Dito isto o esclarecedor motorista faz outra de suas manobras estratégicas de arrumação e entre socalavancos e freadas a pobre senhora quase cai no meio do corredor! A bendita senhora resmunga para lubrificar a chapa e senta-se permanecendo impávida como uma múmia o restante do percurso.

Eu me perguntei, ninguém mais vai falar nada?

Como se não bastasse, e em resposta a minha ousada pergunta eis que a cobradora que é Gaúcha, e tem 42 anos, 1,60 de altura, freqüenta a prainha, leva sua farofa sempre, mora em Jacarepaguá, é separada há seis anos, tem 3 filhos e paquerou metade da formação de motoristas, cobradores e de quebra o pessoal da administração da empresa. Ela pinta o cabelo, colocou unhas postiças e adora dançar. Já dançou com o neco, o Zezinho, o Pedro, Tonhão, e por ai a fora! Agora ela quer dançar com este impoluto motorista acima citado.

Como é que eu sei tudo isto?

A marvada da cobradora e seu sotaque gauchês incalacrado não parou de falar o resto do percurso! Como falava a danada. Foi só a senhora que não gosta de frio parar que ela emendou que nem cantiga de grilo.

A estas alturas eu já pedia a São Cristóvão pra que chegasse logo o meu ponto! Aquilo tudo parecia um filme surrealista francês.

Enfim chegou meu ponto, rapidamente desci e pensei... até breve.


sábado, 30 de maio de 2009

MODERNOSIDADE E CONTEMPORANEIDADE

Fala-se tanto que a pintura morreu (Acho que já falaram isso do Samba!), que a tendência é essa ou aquela, que isso ou aquilo remete a...
Ando de saco cheio disso!

Muito bom, muito bem!
Justificativas a parte, o que penso é que uma preguiça reinante que assola a mente, corações e mãos dos ditos artistas contemporâneos (há exeções) e suas bestiais “instalações” e intervenções absolutamente medíocres e burrificantes tentam se manter em pé sobre palafitas lúgubres e esquálidas.
Isso tudo para atender a um crescente público ignorante, semi analfabeto que não quer ter trabalho algum em pensar a arte e o fazer artístico.
Então, pra que provocar.


Pintar tornou-se palavra feia! Trabalho trabalhoso tornou-se “coisa do passado”!

Tudo isso para externar minha grata satisfação ao me deparar com o trabalho dos GEMEOS, no CCBB.

Trabalhos de grandes e médios formatos, uma verdadeira mescla da modernosidade com técnicas e materiais pra lá de contemporâneos.
Pintura, desenho, instalação, grafitte, cenário, tecnologia, enfim uma boa mistura que resulta num caldo maravilhoso.
Fico feliz em poder apreciar tal trabalho ao vivo e em cores tão vibrantes.



A técnica é apurada o cuidado com os detalhes, os temas regionais, vivos e pulsantes que retratam contos, lendas, fábulas, viagens, e a temível vida real e seu dia a dia.

São retratos de visões ou viagens a exemplo da “casa”, instalação bastante bem produzida que de tão boa foi adotada pelos garotos de rua que ficam perambulando nas imediações do CCBB, Candelária.

É incrível entrar na tal casa e se deparar com duas ou três crianças deitadas ou sentadas numa caminha lateral, frete a uma TV que exibe clipes toscos a convidar, “Entre moço, pode entrar, seja bem vindo a nossa casa.”

Fiquei bestificado! Pensei a princípio que fazia parte da instalação!

Sentei, a casa representa um barraco, e do teto um feixe de laser brinca com uma fumacinha que escapa da panela sobre o fogão. A ação do laser sobre a fumaça “dá um barato” extra, as cobrinhas e miríades com narrativa e intervenção da meninada ao lado faz você imaginar que um “transe” ou “barato” deve ser igual, e ao contrário, não é necessário droga alguma, chá algum, erva nenhuma pra ficar “ligado” na instalação.



Isso é que deve ser a arte! Revolucionária, pulsante, viva e provocante.

Ao procurar a guia e perguntar sobre as crianças no interior da casa ela solicitamente sorriu e disse;
- Essas crianças são de rua, da comunidade, vivem na Candelária e desde que a exposição começou elas todos os dias vem pra cá e ficam o dia todo aqui como se realmente fosse a casa delas...”

Creio que isso retrata o que senti!


As outras peças são bastante interessantes e construtivas também.
Tem o cubo gigante onde você se mete e ouve música, tem o estúdio de som com dezenas de caixas de som com caras, caixas de som com personalidade. No estúdio vários instrumentos de uma banda, disponíveis e a criançada não perde tempo.
Não é necessário dizer que é uma barulheira danada.

Bom, tem o FUCA!
Que trabalho.
Uma cabeça (Torço) enorme, toda de compensado, madeira reaproveitada, mdf, montada em cima de um fusquinha!
Na frente duas mãos articuladas enormes do mesmo material.
Que viagem!

Só posso dizer que fiquei muito bem impressionado e feliz.
Há tempos não via tanta modernozidade e contemporaneidade juntas!
Energia de criação, inventividade e arte viva!


Dizem que duas cabeças pensam melhor que uma. Nesse caso, os artista denominados de OS GÊMEOS, pensam, agem, produzem e criam bem melhor que centenas.



E tenho dito.


sexta-feira, 29 de maio de 2009

O ACTA ESTÁ NO AR!

OU CLIQUE NO LINK ABAIXO!

About the Official Minutes Diurna - The new's online Ricaru to the world. Jokes, Charges, and more for your pleasure.
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quinta-feira, 28 de maio de 2009

SAL_MASSA!

Creio que deveria ser assim o nome dela.

Tenho algumas gravações em MP3 dela a Mônica Salmaso, já apreciava sua interpretação e jeitinho sub-atômico de sussurrar detonações pré-orgásticas de sons, palavras, melodias e trejeitos “babantes”.

O poderoso BNDES tem um programa que oferece música de altíssima qualidade com artistas e grupos de músicos em seu mega auditório na Rua Chile nº 100. Chama-se Quintas no BNDES (Não é criativo mais funciona).
É fácil chegar lá! Sabe onde fica o prédio (Hololozo) da Petrobrás no Rio? É em frente. Quem vai de metrô desce na carioca, sai pela Rua Chile e já ta do ladinho, pega o jardim e já sai lá dentro. 

Conselho vá uma hora antes da marcada para entrega dos convites as18h.
Os shows só começas as 19h.
Leve um livro, revista ou algo para se distrair, e distrair as pernas.
Tenha paciência, pois a procura é grande.
Não deixe pra ir nunca as 18hs como diz o cartaz.
Tenha mais um pouco de paciência.
Tolere as bichas faladeiras, gente ranzinza que reclama de tudo e principalmente as “pessoas” ditas cidadãos que ficam na fila “guardando Lugar” para mais 3, 4 outros “cidadãos”.
Vale a pena!


Shows por vezes únicos, como esse, com ares de coisa deliciosa e viagem da alma, que faz os pelinhos arrepiarem-se-se.
Esse em especial foi ma-ga-vi-lho-so!
A mulher entra no palco, acompanhado de Nelson Ayres no piano e Teco Cardoso na Flauta. Um repertório de MPB como há muito eu não via.
E ela começa! E você viaja, e a platéia cala absorta num transe coletivo.
Suavemente como um anjo e contundente como uma faca cravada no coração ela estraçalha o mau humor, o stress a preocupação e restaura a sensibilidade e ficamos assim em transe por mais de uma hora com direito a 3 músicas (sambas da melhor qualidade) de bis!

Ao final, você sai, pode comprar o CD ou DVD se quiser, se não continua sua jornada e percebe que ainda está flutuando.

P.S.1- Sempre tem um Zemané pra ilustrar o tema. Comentário de mais um “entendido”; “....Ela tem uma voz tão, tão, suave que é forte”!

P.S.2 – Postei um videozinho chinfrim no youtube, a imagem tem qualidade péssima mas dá pra sentir o clima e a interpretação é belíssima. Se quiser dá uma espiada pra conferir, o link é: http://www.youtube.com/watch?v=R5jyGqFTw8c

Pode entrar o link é seguro.

Quem viver verá.
Fotos do site oficial da artista.
Página do BNDES: http://www.bndes.gov.br/default.asp
Site da Mônica: http://www.monicasalmaso.mus.br/new/Paginas/PORTUGUES%20anterior.asp

terça-feira, 26 de maio de 2009

ÁREA DE SEGURANÇA NACIONAL

Um passeio que vale a pena! O convite veio de uma amiga (Paulinha, valeu! Obrigado.) e eu não seria eu se não o aceitasse!
Barra de Mangaratiba (Pertinho da pedra, da prainha e outros encantos mais), um cantinho que me pareceu um bom esboço ao Jardim do Éden!



Da zona sul pra lá, indo pela barra da tijuca, passa-se pelo recreio e vamos em direção a Rio-Santos! Só isso já seria um delicioso passeio que me lembrou o meu Pai! Ele pegava eu e minha irmã, e dizia;

- Vamos passear!

A gritaria era imediata. Passear de carro! Coisa que não se faz mais como se fazia nos bons tempos, coisa pra se pensar!

Muito bem, depois de uns 50 minutos ou uma hora (O tempo vai depender da relaxamentação) chegamos ao vilarejo. Devo dizer que fora a topografia característica desses arredores sudestinos, que é muito bela, a cidadezinha não me agradou muito não!


Ao contrário da vila, com seus amontoados de barzinhos oferecendo caranguejo e siri, o que encanta realmente é a paisagem.
Deslumbrante! O dia colaborou, meio tom, meia luz, um pôr-de-sol cinemetográfico com a restinga ao fundo, isso compôs uma atmosfera realmente espetacular.



A história de primazia dos milicos e sua prevalência na região, herança dos anos de chumbo da ditadura militar no Brasil (É! Isso existiu gente), restou uma coisa inesperada. A preservação do meio ambiente já que quase toda a região é considerada “Área de Segurança Nacional” salve as forças (des) armadas brasileiras.


No mais não precisamos de muitas palavras. O que há de modernozo é respirar, olhar, espiar, esgueirar-se entre os molhos de natureza com muitas plantinhas, folhagens verdurosas e amarronzadas, e os sagüis! Isso é um espetáculo a parte.


Tendo essa oportunidade não deixe de visitar o “BAR DO BIRA”. A casa, pertencente a amiga Paulinha (Se intitula “Muito urbana”), que alugou ao Bira há uns 15 anos e ele aos poucos foi dotando os ambientes do imóvel de aconchegante decoração onde o artesanato predomina, os temas náuticos e as pequenas reformas do lugar inseriram a casa ao meio. Parece que estamos num cenário de um filme daqueles antigos do Tarzã!


Sim, já ia esquecendo! A cozinha e toda a comida e drinques (Vide a caipirinha de kiwi) é Phanthásticca.

domingo, 17 de maio de 2009

SONZÃO MODERNOSO E O BARZINHO AGITADO!

Fui convidado para um programinha na cidade grande, de sexta feira! Bastantemente culturoso, artístico e musical. Convite no Rio, com tal intensão não se renega. Ainda mais um bom programa, sem couvert, nem de entrada, do tipo, só pague o que consumir.

Hum! Gostei.

 

Depois de estar lá, lembrei que nos bons tempos de ouvinte da MPB FM, no Rio, eles divulgavam bastantemente essa loja. Distribuíam convites para shows e apresentações lançamentos de discos entre outras eventualidades mais.


Soube que seria um show de jazz em plena sexta e isso me animou, uma nova futura amiga indicou, falou bem e disse ser freqüentadora e que o ambiente, a música eram de ótima qualidade.

Nesta sexta, mais precisamente o quarteto, Zé Luis Maia (Baixo Acústico), Tino Jr (sax), Fernando Merlino (piano) e Ricardo Costa (bateria) e convidados.

 

E lá vamos nós!


Na loja tem o tal do “Allegro” que é um, Bistrô, seja lá o que danado realmente significa isso.

Aí a ficha de que eu já havia ouvido falar do lugar caiu.

Imagine uma dessas lojas de discos tipo “Alta Fidelidade” o filme. Agora imagine mais, um pouco maior. Um ambiente de entrada bacaninha, normal não formal. Segurança, guarda volumes, um montão de CD’s, DVD’s isso no ambiente de entrada, o que já seria uma boa loja.

Passa-se por este ambiente e chegamos ao espaço principal.

 

Um salão muito grande, amplo, mesas e mais mesas (Tipo bancadas com gavetas laterais) apropriadas para oferecer o que você imaginar de músicas, interpretes e temas os mais variados.

Tudo muito bonito e organizado. Milhares de discos.

As paredes altas, pé direito alto, com algumas dezenas de pôsteres antigos e capas de vinil, uma profusão de bom material para entreter os aficionados por música por horas, talvez, dias, quem sabe semanas. Vou parar por aqui, pois sou dado a exageros.

O nome da loja de discos, “MODERN SOUND” Trad:(SONZÃO MODERNOSO E O BARZINHO AGITADO!) na Barata Ribeiro em Copacabana

Depois da entrada, já no ambiente principal, ao lado direito, o tal Barzinho Agitado (Allegro), com mesinhas típicas redondas e quadradas, com tampo revestidos com pastilha cerâmica, branco gelo e cadeiras torneadas em madeira negra, com encosto para os braços, muito confortáveis por sinal. Ambiente a meia luz com iluminação projetada para o palco e os artistas. Alguns telões com uma área de avanço na lateral e o bar ao fundo.

Público seletíssimo, gente que gosta de boa música, há sempre os habituais, que freqüentam e tem intimidade com os funcionários, tem a mãe do músico. A maioria adultos e alguns mais adultos e uns poucos menos, adultos! Mas em suma um ótimo publico.

Logo a “garçonetta” ou “chefosa dos garçons” aproximou-se disse a que vinha, suavemente e muito simpática, trouxe o cardápio, me senti a vontade.

Pedi uma cerveja para começar, o show já iniciara desde as 17hs. Cheguei bem no primeiro intervalo, lá pelas seis e tanto da noite. Foi um bótimo começo.


Depois a coisa toda só foi melhorando e o quarteto chamou uma amiga (Desculpe a falha dos neurônios, não lembro o nome dela, mas ta nas fotos), que deu uma canja maravilhosa e depois mais música, um segundo intervalo, ótima oportunidade pra conversar um pouco sobre coisas importantíssimas como por exemplo “Miolo de Pote”, que é fundamental para o desenvolvimento da humanidade.

 

Mais convidados do quarteto se chegaram, uns solos de baixo e uma flautista que executou maravilhosamente clássicos da bossa nova e improvisações deliciosas de se ouvir...

 

Recomendo!


POSOLOGIA E MODO DE USAR;

Sempre que possa vá! Fique do começo ao fim. Se faça de desentendido, demore só um pouquinho depois que o show acabar. E durante, preencha sua alma com boa música, criatividade, uma boa bebida, ótimos petiscos (Recomendo o que recomendado foi; a tábua de frios&Queijos, maravilha) e quem sabe até compre uns discos, camisetas, livros ou não.


Se quiser ver um tiquinho a mais do que presenciamos, siga esse link da minha página no Youtube onde publiquei uma mostra em clipe, da noitada o nome dos clipes são "Sonzão Modernoso (UM e DOIS) _Por Ricaru: http://www.youtube.com/user/ricardoricaru

 

Depois, visite o site do lugar!  http://www.modernsound.com.br/bistro.asp